COOPERAÇÃO E INOVAÇÃO NO SETOR VITIVINÍCOLA: UMA ANÁLISE DO APL DO VALE DO SUBMÉDIO SÃO FRANCISCO - BRASIL

Givaldo Bezerra da Hora, Maria Gilca Pinto Xavier

Resumo


Os Arranjos Produtivos Locais (APLs) apresentam inúmeras vantagens, dentre as quais o estímulo ao desenvolvimento de inovação nas empresas que os constituem, uma vez que a proximidade e a interação com outras instituições interferem positivamente neste processo. Assim, este artigo buscou analisar a relação entre cooperação e o desenvolvimento de inovação presente nas vitivinícolas que fazem parte do APL da Vitivinicultura do Vale do Submédio São Francisco, no período correspondente à primeira década do século XXI. Utilizou-se como metodologia os indicadores de cooperação propostos pelo Manual da Pesquisa de Inovação (PINTEC), elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que segue em linhas gerais as diretrizes estabelecidas pelo Manual de Oslo, porém adaptado para a realidade brasileira. Os resultados demonstraram que a aquisição de máquinas e equipamentos foram as atividades inovativas com maiores esforços empreendidos pelas vitivinícolas, seguidas das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D. Além disso, constatou-se que as universidades e institutos de pesquisa presentes na região são as organizações que apresentam maior grau de cooperação, principalmente no que tange a P&D e assistência técnica.

Palavras-chave


Arranjos Produtivos Locais. Inovação. Cooperação. Vitivinicultura. Vale do Submédio São Francisco.

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